4x4

Frontier estreia com novos dotes

Picape com motor 2.3 turbodiesel manda bem na terra ou na estrada. Veja nossas impressões a bordo da 4x4 que promete agitar o mercado

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postado em 20/03/2017 08:32 Jorge Moraes /Diario de Pernambuco


Tração no botão 4x4 funciona até 100 km/h - Jorge Moraes/DP Tração no botão 4x4 funciona até 100 km/h
Tuiuti (São Paulo) - A nova Frontier chega vitaminada com motor 2.3 de 190 cavalos e 45,9 Kgfm de torque. Uma picape acima da média, principalmente quando você sai do trecho de terra e passa para o rodoviário. Foi o que fiz da região de Tuiuti para a capital São Paulo. No fim da prova, algumas observações que podem influenciar no seu poder de escolha. O utilitário custa R$ 166,7 mil.
Além da cabine confortável para quem vai na frente, mesmo com o banco do motorista precisando de um melhor ajuste de altura, a picape permite que os passageiros do assento traseiro (melhor dois do que três apertados) não reclamem dos solavancos provocados pela suspensão  A atmosfera do carro, a princípio importado do México, é de alto astral.
No comando do painel, chave do tipo sensor, central multimídia e volante que remete ao Sentra. Ah! Você pode me perguntar se será fabricada no Brasil. Não vai. A planta escolhida foi a da Argentina em meados do próximo ano. Se o objetivo é declarar boa zona de conforto, pode apostar. O interior também oferece três tomadas 12V e entradas USB. A Frontier é agradável de conduzir e se divertir. Bolsas infláveis só as frontais.
Frontier conta com assistente de partida em rampa - Jorge Moraes/DP Frontier conta com assistente de partida em rampa
Na estrada, de fácil dirigibilidade, outro ponto que destaco é o quanto esse carro faz curva. Sem contar nas manobras onde as rodas dianteiras acompanham o giro completo da direção. A picape oferece assistente de descida em rampas, assim como subidas. Pode parar na ladeira e voltar a subir sem precisar puxar o freio. Em poucas palavras, a estilosa Frontier tem um jogo de suspensão que agrada. É Multilink na traseira com molas helicoidais e amortecedores. Nada de sacolejos fora da ordem. Para a caçamba com capacidade de uma tonelada, ganchos de amarrações úteis que permitem uma boa fixação da carga.
O motor é um capítulo à parte porque nele existem elementos que permitem baixíssima vibração do 2.3 de 190 cv biturbo de 16 V e 45,9 Kgfm em 1500 rpm. Só lembrando contra os 2000 giros da versão anterior. Detalhe: um turbo de baixa pressão e outro de alta pressão. O câmbio de sete marchas casa com harmonia com a propulsão e quanto ao consumo, item que não conseguimos avaliar com precisão, a ficha técnica aponta para média de 8,9 Km/l na cidade e 10,5 Km/l na estrada. Mas adianto que não vi o ponteiro sair tanto do lugar. ABS, controle de estabilidade e frenagem de série.
E quanto ao design? Com faróis associados à luz diurna, frente robusta, lateral fit, bem seca poderia ter um jogo de estribos mais moderninho e traseira que considero equilibrada. Diria que atrás, as lanternas envolvem os lados da caçamba. A tampa, assim como a de todos os modelos de médio porte, deveria seguir o modo de abertura da picape Toro, sem esse alongamento desnecessário da bandeja.

 

 

Tags: brasil

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