Yamaha FZ6 Fazer S2 - Quase sem roupa

Novo modelo ganhou melhoramentos técnicos e estéticos e oferece conforto sem perder a esportividade. O motor é um quatro cilindros de 16V que desenvolve 98 cv

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postado em 11/11/2006 00:35 Téo Mascarenhas /Estado de Minas
Semicarenagem, baseada nas superesportivas, proporciona melhor aerodinâmica - Fotos: Yamaha/Divulgação Semicarenagem, baseada nas superesportivas, proporciona melhor aerodinâmica
A linha FZ Fazer, modelos FZ6 e FZ1, com motorização de 600cm³ e 1.000cm³, nasceu quando a Yamaha resolveu tirar a roupa de suas superesportivas R-1 e R-6. Uma interessante solução para quem gosta de conforto e velocidade, mas já não tem coluna para suportar as posições ortopédicas que as irmãs superesportivas exigem na condução. A Yamaha importa (em doses homeopáticas) oficialmente a FZ6 Fazer, que acaba de ganhar nova versão, já como modelo 2007, equipada com freios ABS e outras modificações, batizada de S2.

Esse segmento é cada vez mais disputado, já que esses modelos são também opções mais econômicas em relação às superesportivas, das quais normalmente são derivadas. A Yamaha vem testando essas motos no mercado brasileiro desde 2001. Primeiro com a FZ6, totalmente pelada, e depois com a FZ6 Fazer, semicarenada. A resposta do consumidor nacional acabou elegendo o segundo modelo como o preferido, fazendo com que a montadora passasse a importá-lo por cerca de US$ 15.700 (R$ 33.600).

A nova FZ6 Fazer S2 ainda não tem preço e data para chegar ao Brasil, mas foi apresentada com alguns aperfeiçoamentos e uma ligeira plástica no visual, que devem elevar seu valor final. A semicarenagem, por exemplo, é baseada na parte superior das badaladas superesportivas da linha R, com faróis afilados e tomadas de ar. Para melhorar o conforto, o pára-brisas foi ligeiramente inclinado e a semicarenagem rebaixada em 30 mm. Para compensar, a altura do banco também foi rebaixada para 795 mm.
Ergonomia de pilotagem e do garupa foi revista para melhorar o conforto - Ergonomia de pilotagem e do garupa foi revista para melhorar o conforto

Uma das principais críticas ao modelo, a posição das pedaleiras da garupa, foi corrigida. Agora são em alumínio e foram reposicionadas, mais baixas, para melhorar a ergonomia, inclusive para viagens. As pedaleiras do piloto, em alumínio, também foram revistas. O pára-lamas dianteiro ganhou desenho mais aerodinâmico, enquanto o painel, com velocímetro digital e conta-giros analógico, foi modernizado e agora tem iluminação regulável. O tanque de combustível tem capacidade de 19,4 litros.

Técnica

O motor foi herdado da irmã superesportiva YZF R-6. É um quatro cilindros, 16 válvulas, de 600 cm³ de cilindrada, com refrigeração líquida, que fornece 98 cv a 12.000 rpm e torque de 6,44 kgfm a 10.000 rpm. Porém, o mapeamento da injeção eletrônica foi redimensionado para atender as novas exigências do modelo, um pouco mais pacatas. No embalo, os escapes do tipo 4x2x1, com saída alta, sob a rabeta, também foram reconfigurados e ganharam novas proteções térmicas.

O quadro é em alumínio extrudado (técnica siderúrgica que garante maior rigidez e acabamento), assim como a balança da suspensão traseira (monoregulável, com 130 mm de curso), de seção hexagonal. A suspensão dianteira é telescópica, também com 130mm de curso. Já os freios dianteiros ganharam dois discos de 298 mm de diâmetro, com pinças de quatro pistãos e sistema ABS. O traseiro tem 245mm. O pneu dianteiro é 120/70 e o traseiro 180/55, com rodas de liga leve, aro de 17 polegadas. O peso a seco é de 191 kg.
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