Yamaha Fazer 250 2011 e Crypton 115 2010 - Renasceu e ressuscitou

Nova Fazer ganhou roupagem com visual totalmente modernizado, mas o motor é o mesmo. Outra novidade da marca japonesa é o retorno da Crypton, que saiu de linha em 2005

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postado em 10/02/2010 09:21 Téo Mascarenhas /Estado de Minas
Fotos Mário Villaescusa/Yamaha/Divulgação
Além de lançar as motos com motor de 600cm³ de cilindrada (quatro cilindros em linha) XJ6, nas versões N (Naked) e F (Carenada), substituindo as FZ6, a Yamaha apresentou as novas YS 250 Fazer e Crypton T115. A nova Fazer 250, já como modelo 2011, teve o visual inteiramente reestilizado, mas conservou o mesmo motor e quadro da versão anterior. Embora seja a primeira 250 do país com injeção eletrônica, a moto já estava com as formas defasadas. O banho de loja que mudou o figurino, inspirado nos modelos maiores, como a nova XJ6, deixou o modelo muito mais atraente. O farol redondo, que iluminava pouco, ganhou formas assimétricas, com lente de policarbonato e lâmpada de 60W, muito mais potente e é um dos destaques do novo visual.

Veja mais fotos da Yamaha Fazer YS250 2011 e da Crypton 115 2010!

A reestilização continuou pelos pontos fracos do modelo, fazendo a Fazer renascer em grande estilo. A traseira ganhou lanterna com lâmpadas de Led, setas destacadas, suporte de placa dependurado (que lembra o da superesportiva R-1) e rabeta do tipo ascendente. Também alvo de críticas, o painel "caducou" e foi substituído por outro, semelhante ao da XJ6 e equipado com conta-giros analógico (em destaque) e tela digital. As rodas também mudaram. O formato antiquado, com raios curvados, foi substituído por rodas em liga leve, com aros de 17 polegadas e três raios retilíneos. A ergonomia não foi alterada, mas a textura do banco tipo dois andares ficou melhor e mais aderente.

Técnica

O conjunto do tanque, com capacidade para 19,2 litros, e as aletas laterais também foram alterados. Já o motor não sofreu mudanças. Com 249cm³ de cilindrada, o propulsor tem pistão forjado e um único cilindro revestido de cerâmica. A alimentação é por injeção eletrônica e a refrigeração a ar, auxiliada por radiador de óleo. A potência é de 21cv (a 7.500rpm) e o torque de 2,10kgfm (a 6.500rpm). As principais mudanças técnicas ficaram por conta da suspensão traseira, do tipo mono, com 120mm de curso, que ganhou rolete, proporcionando mais conforto; e do freio a disco na roda traseira, agora de série, em substituição ao tambor, com 220mm de diâmetro.

A suspensão dianteira é do tipo telescópica e tem tubos de 37mm de diâmetro e 120mm de curso. O quadro (berço duplo) é feito por tubos de aço. O modelo foi desenvolvido em parceria com a engenharia nacional, com a benção da matriz japonesa, e só é produzido no Brasil, de onde é exportado para vários países. A nova Fazer 250 chega este mês às concessionárias, nas cores vermelho, preto e roxo, sem alteração no preço sugerido de R$ 10.950 (sem frete). Apesar da mesma ergonomia do modelo anterior, andar na Fazer 250 modelo 2011 ficou melhor já que o novo freio traseiro a disco deixa as desacelerações nitidamente mais eficientes.

Ressuscitou

A Crypton ressuscitou e ganhou motor de maior capacidade - A Crypton ressuscitou e ganhou motor de maior capacidade


A nova motoneta Crypton, que tinha saído de linha em 2005, voltou ressuscitada e completamente modernizada no visual e na técnica, visando ser o modelo de entrada para os menos abonados. O motor, que é alimentado por carburador, passou de 105cm³ para 115cm³ de cilindrada, o mesmo que equipa o modelo Neo. A potência também foi aumentada e chega a 8,2cv (a 7.500rpm). O torque é de 0,88kgfm (a 5.500rpm). O câmbio de quatro marchas (uma luz acende avisando quando a quarta é engatada) com embreagem automática e não é rotativo. É necessário fazer as reduções utilizando o calcanhar, como na hora de engatar a primeira no sinal, aumentado o trabalho do piloto.

Outra deficiência para um modelo com vocação urbana, é a baixa capacidade do porta-malas em baixo do banco, de apenas 4 litros. Em compensação, o banco é bastante confortável e o modelo, fácil de pilotar. O painel tem marcador de combustível, velocímetro e hodometro. A suspensão dianteira (Kayaba) tem barras de 26mm de diâmetro e 100mm de curso. A suspensão traseira tem duplo amortecedor. A nova Crypton chega em duas versões: A K, equipada com freios a tambor e partida a pedal; e a versão ED, com freio a disco de 220mm na dianteira e partida elétrica. As cores são prata, preta e vermelha e chegam no final de março. O preço sugerido, sem frete da versão K, é de R$ 4.550; e da versão ED, R$ 5.200.

Veja também o teste da Yamaha XJ6 N e F.
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