COPA DO MUNDO

Crash test mostra o que acontece com torcedores que comemoram 'pendurados' nos carros

Com enfoque no Mundial de futebol, seguradora alemã realiza crash test diferente para alertar os torcedores sobre risco de morte na comemoração exagerada

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postado em 21/06/2014 16:13 / atualizado em 21/06/2014 16:48 Caderno Vrum /Estado de Minas

Torcedores afegãos festejam nas ruas da Kabul a conquista da Copa da Ásia no ano passado e exageram na comemoração com muitos deles sobre os tetos dos carros e com o corpo fora da janela, arriscando a vida - REUTERS Torcedores afegãos festejam nas ruas da Kabul a conquista da Copa da Ásia no ano passado e exageram na comemoração com muitos deles sobre os tetos dos carros e com o corpo fora da janela, arriscando a vida
Não tem nada mais prazeroso do que sair pelas ruas da cidade para comemorar as glórias de seu time, ainda mais quando o assunto é futebol: o esporte mais popular do mundo. Porém, toda forma de comemoração, historicamente, tem os seus exageros e perigos. A utilização de carros, por exemplo, virou corriqueira nesse tipo de festejo, no qual torcedores costumam utilizar as janelas ou até mesmo o teto solar dos veículos para se esbaldarem com cantos, fogos e instrumentos. O perigo para esses torcedores são as colisões (mesmo que leves) devido ao intenso trânsito e pouca visão do motorista. Para isso, a seguradora alemã Allianz realizou um crash test diferente, que mostra a gravidade de um acidente com o teor mencionado acima.


Realizado para a Copa de 2010 na África do Sul, o crash test produzido pela seguradora alemã ainda serve de lição e parâmetro atualmente. Em função de todas as parafernálias que são usadas pelos torcedores para enfeitar seus automóveis (bandeiras, cornetas, tintas), que são prejudiciais à visão do motorista, o risco de acidente aumenta. Como os passageiros estão sem nenhuma proteção nesse tipo de colisão, a probabilidade de ferimento gravíssimo ou fatal é grande.


Durante a simulação feita pela Seguradora Allianz, foi utilizada uma perua Audi A6, modelo da época, que se colidiu contra uma barreira fixa a 40km/h. No teste, foram usados três dummies (bonecos com sensores para medir impacto). O primeiro foi colocado no lugar do motorista; o segundo ficou sentado na janela traseira esquerda do veículo e o terceiro, no vão do teto solar. Depois da batida, a consequência do crash test: o dummie que estava na janela foi jogado a três metros do carro, caindo de cabeça no chão. Por sua vez, não diferentemente do boneco anterior, o que estava na abertura do teto solar bate o peito na extremidade externa da parte superior do para-brisa, comprovando a veracidade da periculosidade do acidente.

 

No crash test da Allianz para a Copa de 2010, um dummy está com meio corpo para fora do vão do teto solar e o outro da janela. Depois do choque, um é arremessado no chão e outro bate a cabeça no para-brisa - Allianz/Divulgação No crash test da Allianz para a Copa de 2010, um dummy está com meio corpo para fora do vão do teto solar e o outro da janela. Depois do choque, um é arremessado no chão e outro bate a cabeça no para-brisa
Portanto, apesar da vontade cultural de se comemorar em cima de carros, o crash test feito pela Seguradora Allianz serve de lição para ter cautela na hora do entusiasmo, pois a festa pode se transformar em acidente com vítimas fatais.

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