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Versão LTZ do Agile chega ao mercado brasileiro com câmbio automático

A principal novidade, no entanto, está entre os pontos fracos do carro


Publicação: 07/02/2013 11:25 Atualização:

» Diego Ponce de Leon
O Agile tem o DNA da marca: grade dianteira grande e linhas mais fluidas no capô e nas laterais (Juarez Rodrigues/EM/D.A Press - 2/1/13)
O Agile tem o DNA da marca: grade dianteira grande e linhas mais fluidas no capô e nas laterais

O Agile, da General Motors, se revelou um dos hatchbacks compactos mais versáteis do mercado. O público consumidor o acolheu bem e, diante disso, a montadora convocou a tradicional empresa Magneti Marelli para automatizar o câmbio. Como resultado, a GM espera que o Agile LTZ 1.4 Easytronic Gen II possa deixar outros hatchs tradicionais, como o Ford Focus e o Fiat Punto, para trás e encarar modelos mais sofisticados, como o Citroën C3. Apesar da iniciativa ousada, a transmissão se mostrou instável e a direção acabou desconfortável, durante o teste realizado pelo Correio.

O câmbio automatizado ainda é lento nas respostas: pouca eficiência (Juarez Rodrigues/EM/D.A Press - 2/1/13)
O câmbio automatizado ainda é lento nas respostas: pouca eficiência
A principal dificuldade desse tipo de transmissão automatizada (a Fiat adota a Dualogic, por exemplo) recai na letárgica resposta do câmbio nas trocas de marchas. Para que o mecanismo não encontre dificuldades, é necessário que o motorista economize na arrancada e restrinja-se a uma ascensão de velocidade contínua e regular — e assim qualquer saída que exija um pouco mais do motor poderá alongar em demasiado a troca, provocando certa apreensão na direção.

Quanto maior a aceleração, menos eficiência na transmissão. Em alguns casos, o ponteiro do conta-giros ultrapassou 4 mil rotações para efetuar a passagem, dando a impressão que a opção “performance esportiva” — presente na nova versão, inclusive, e responsável por “esticar” as trocas — estivesse constantemente acionada.

Como a tecnologia permite a troca manual (sequencial), torna-se tentador e, por vezes, fundamental, que o motorista apele para essa manobra. Principalmente, entre a primeira e a terceira marcha, a partir da qual o sistema passa a funcionar melhor. O prejuízo fica no desconforto. O consumidor que busca por câmbios automáticos, dificilmente estará disposto a abandonar o recurso — regra frequente para o novo Agile.

Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: mauro almeida
O agile e muito feio, dualogic = easytronic=imotion = magnetti marelli olha este motor da gm diz que tem mais de 100 cv e agora colocam no dualogic vai queimar mais ainda o filme da gm daqui a pouco a gm vai querer colocar ate no celta | Denuncie |

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