Salão de Bolonha - Compactos e variações

Principal salão da Itália apresenta poucas estréias e muitas versões de modelos já conhecidos. Mesmo assim, público comparece em grande número no evento

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postado em 12/12/2007 12:14 Caderno de Veículos /Estado de Minas
Audi A3 Cabriolet - Audi/Divulgação Audi A3 Cabriolet
Durante 100 anos, de 1900 até 2000, o principal evento automotivo da Itália foi o Salão de Turim, mostra realizada na capital da indústria automobilística daquele país. A feira era fortemente ligada à Fiat e, quando a montadora entrou em crise, no final da década de 1990, levou junto o salão. Coube ao Motorshow, de Bolonha, representar a Itália no circuito mundial de feiras.

A cidade, com pouco menos de 400 mil habitantes, é mais conhecida pela universidade (a mais antiga do mundo) e pelo famoso espaguete à bolonhesa, mas, mesmo sem contar com a força industrial de Turim, é a capital da região que brindou o mundo com Ferrari, Lamborghini, Maseratti e as motos Ducatti. Sua população é fascinada com carros e basta dizer que o público esperado para a 32ª edição do salão, até domingo, é de 1,2 milhão de pagantes, o dobro do Salão de São Paulo.
Hyundai i10 e Renault Grand Modus - Alessandro Garofalo/Reuters e Renault/Divulgação Hyundai i10 e Renault Grand Modus

É verdade que o Motorshow não tem a mesma importância das mostras de Paris, Frankfurt e Genebra. A maioria das estréias é de versões de modelos já existentes ou apresentação européia de carros que já haviam sido vistos antes. Mesmo assim houve espaço para mostrar alguns carros efetivamente inéditos.

Audi
Uma das maiores atrações foi a versão conversível do A3. Além de obviamente trocar o teto rígido por uma capota em lona, a marca alemã aproveitou para atualizar a linha. Os faróis ganharam luzes em LEDs e pára-choques, redesenhados. O veículo já havia sido visto em versão quase definitiva no Salão de Los Angeles, mas, na ocasião, ainda ostentava o título de conceito. A chegada do A4 Cabriolet ao mercado europeu está prevista para abril com dois motores a diesel (1.9 105 cv e 2.0 140 cv) e dois a gasolina (1.8 160 cv e 2.0 200 cv).

Hyundai
Não chega a ser surpresa que uma das estréias mundiais em Bolonha tenha sido a de um veículo supercompacto, preferência nacional na Itália. O Hyundai i10 chega para substituir o Atos. As linhas se mantêm no estilo meio hatch, meio monovolume, o que contribui para o espaço de 225 litros no porta-malas. Inicialmente serão dois motores 1.1 litro. A versão a diesel tem potência de 75 cv e a movida a gasolina, de 66 cv. Para o fim de 2008, chega o propulsor 1.2. Os preços começam na casa dos 9 mil euros (cerca de R$ 23,3 mil) e, entre os opcionais, está o controle de estabilidade.

Renault
Outro compacto que marcou presença no salão foi o Modus, menor monovolume da Renault, que foi reestilizado. Mas a novidade mesmo foi a versão alongada chamada de Grand Modus. O entre-eixos foi alongado em 9cm e o comprimento ficou 21 cm maior, chegando assim a 4,03 m. Diferentemente da Grand Scénic, que ganha mais dois assentos com relação à Scénic padrão, o Grand Modus tem cinco lugares, mas se beneficia de um porta-malas 50% maior, que vai de 305 a 410 litros de acordo com a configuração do assento traseiro.
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