Abrindo a caixa de Pandora

Termos técnicos usados com freqüência nem sempre são bem entendidos pelo dono do carro

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postado em 25/07/2006 14:37 Caderno de Veículos /Estado de Minas
A falta de conhecimento do dono do carro pode ser um problema, não apenas quando não entende o que leu. Quem já não se deparou com a situação, na oficina, de ter que fazer cara de quem fingiu que entendeu, quando o mecânico diz: “é problema no cabeçote”, ou “tive que trocar o cebolão”? Para ajudar a evitar situações embaraçosas, o ESTADO DE MINAS publica pequeno glossário explicando o significado de algumas palavras e expressões, muito usadas, mas pouco compreendidas.

BATER PINO: Anomalia de funcionamento identificada por sons de timbre metálico. Ocorre quando há combustão expontânea. Pode furar o cabeçote e danificar o pistão.

CABEÇOTE: Parte superior do motor onde ficam as válvulas e que tampa a parte de cima dos cilindros. É nele que ocorre a combustão. Pode ser feito em ferro fundido ou alumínio.

CÁRTER: Reservatório localizado sob o bloco do motor, serve para armazenar óleo lubrificante.

CEBOLÃO:
Interruptor que aciona o ventilador do sistema de resfriamento do motor. É disparado por um termostato. O não-funcionamento leva ao superaquecimento, que pode fazer o motor fundir.

CUÍCA: É o servo-freio, dispositivo hidráulico que tem a função de multiplicar o esforço do motorista quando aciona o pedal de freio.

DIFERENCIAL: Mecanismo que permite que as rodas de um lado girem com velocidades diferentes das do outro lado em curvas. Isso é necessário, porque as rodas de fora percorrem uma distância maior que as de dentro.

EIXO CARDÃ: É o eixo que liga o câmbio ao diferencial traseiro nos carros de tração traseira. Não existe nos modelos com motor e tração dianteiros.

FREIO A DISCO: Tipo de freio em que um disco de metal gira com a roda. Quando o pedal é acionado, uma pinça e um conjunto de pastilhas impedem a rotação do disco.

FREIO A TAMBOR: Freio no qual duas sapatas (ver sapata de freio) com material de atrito são pressionadas por dentro do tambor contra a parte interna da roda.

JUNTA HOMOCINÉTICA: Peça articulada que permite (dentro de valores pré-determinados) manter a velocidade entre o eixo de transmissão e a roda, independentemente do movimento da suspensão.

PINHÃO E CREMALHEIRA: Direção formada por uma roda dentada, que gira com o eixo de direção, e uma haste, também dentada. O acionamento do volante gira o pinhão que, por sua vez, desloca a cremalheira.

REDUZIDA: Caixa presente nos fora-deestrada que faz com que cada marcha precise de mais voltas do motor para uma das rodas. Diminui a velocidade e aumenta a força e a tração.

SAPATA DE FREIO: Elementos feitos em aço ou liga de alumínio que entram em contato com a parte de dentro do tambor de freio (ver freio a tambor) provocando atrito com as rodas.

SITUAÇÃO EXTREMA: disco de freio incandescente compromete eficácia do sistema

SONDA LAMBDA: Equipamento que “lê” a composição dos gases de escape e informa ao sistema de injeção qual deve ser a proporção ideal da mistura ar/combustível a ser enviada aos cilindros.

TAXA DE COMPRESSÃO: Variação do volume do cilindro entre as posições máxima inferior e supeior do pistão.

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