Segurança - Limpando a área

Na chuva, um dos principais problemas do motorista é a visibilidade, que pode piorar com palhetas em mau estado. Saiba também como drenar a água que entra no carro

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postado em 09/02/2008 17:37 Eduardo Aquino /Estado de Minas
Artes de Christiano Gomes/Uai sobre Artes de Paulinho Miranda/EM
No verão, a cena é comum: de repente, aquela chuva forte impede a visão um palmo à frente. A maioria dos motoristas só se lembra de que as palhetas existem, quando liga o limpador do pára-brisa e percebe que estão em péssimo estado, não conseguindo remover corretamente a água. É preciso substituí-las.

Desgaste
Sol, vento, poluição e outras ações destrutivas ressecam as lâminas de borracha, que perdem a capacidade de limpeza do vidro, chegando até a se quebrarem, além de provocarem ruídos indesejáveis. Também os componentes elétricos do sistema estão sujeitos a desgaste e devem ser checados.

Limpeza
Antes de qualquer coisa, o motorista deve manter as lâminas de borracha sempre limpas, retirando principalmente o óleo que vem de outros carros e que, exposto ao sol, acelera o ressecamento delas. Para a limpeza, use somente sabão neutro diluído em água.

Troca
Geralmente, as palhetas duram, no máximo, dois anos. A durabilidade depende de vários fatores, mas o principal é a exposição ao sol, que acelera o ressecamento das borrachas. As palhetas devem ser substituídas aos pares, mesmo que uma delas esteja em melhor estado do que a outra. Na compra, o motorista deve ter o cuidado de ler com atenção a embalagem, verificando o código e a lista de veículos a que se destina o jogo, pois as palhetas costumam mudar de ano para ano, mesmo sem alterações no vidro. Atualmente, são vendidas até em supermercados. A substituição é simples. A maioria das palhetas tem um pequeno pino de encaixe. Para desprendê-lo, o melhor é usar uma chave de fenda, que vai ajudar bastante tanto na remoção da antiga quanto no encaixe da nova.

Vidro traseiro
Atualmente, quase todos os modelos (exceto sedãs) têm limpadores no vidro traseiro, ainda mais esquecidos pelos motoristas. O componente é vendido separado e geralmente é menor do que os do pára-brisa, embora tenha a mesma durabilidade.

Dicas
Não acione os limpadores do pára-brisa e do vidro traseiro sobre o vidro seco. Eles somente devem ser ligados com o vidro molhado e sem sujeiras, como terra, barro, areia etc., pois isso danifica a borracha e o próprio vidro. Ao levantar o conjunto braço/palheta para a limpeza do pára-brisa ou vidro traseiro, tome cuidado para não retorná-lo de maneira errada para a posição normal, aquela na qual o lado da estrutura fica batendo no vidro e a borracha voltada para cima, danificando a estrutura da palheta. O procedimento correto para retornar a palheta é segurá-la com as mãos e apoiá-la levemente na superfície do vidro. Ao reabastecer o reservatório do limpador, use produtos adequados à limpeza do pára-brisa. Não use detergente comum, que ataca a pintura e a própria borracha da palheta. Existem produtos já prontos para pôr no reservatório.

DRENOS: SE ENTRAR, TEM QUE SAI

Os carros são vedados para evitar a entrada de água. Mas também foram projetados para imprevistos. Por isso, se a água entrar, tem por onde sair: pelos drenos das portas e do porta-malas.

Portas
Para que a água que entra pela porta (quando o motorista deixa o vidro aberto por muito tempo, por exemplo) possa escoar e não provocar oxidação, os drenos (furinhos), que ficam na parte de baixo das portas, devem estar desobstruídos. Para evitar arranhar a pintura, o motorista deve usar palitos (de dentes) de plástico ou ponta de tampa de caneta, ideais para esse tipo de trabalho.

Porta-malas
No caso do porta-malas, os drenos são vedados por borrachas, para evitar a entrada da água por baixo. Se a água entrar, por descuido ou durante lavagem, o motorista pode retirá-las, para que haja o escoamento. Geralmente, eles ficam localizados em pontos estratégicos (nos locais mais baixos, como, por exemplo, onde fica o estepe) do compartimento de bagagem. Para encontrá-los, basta levantar a cobertura do piso e procurar nos pontos mais fundos. O motorista deve lembrar-se também de que essas borrachas ressecam com o tempo e devem ser substituídas, para evitar entrada de água, que provoca oxidação, mofo, cheiro desagradável, destruição do revestimento etc.

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