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Estado de Minas

Honda CBF 600 - Guarda-roupas renovado

Modelos da linha têm versões naked e semicarenada, novo quadro e motor com injeção eletrônica, além de atualizações significativas de estilo


postado em 10/10/2007 11:53

Versão N, pelada, vem farol redondo(foto: Fotos: Honda/Divulgação)
Versão N, pelada, vem farol redondo (foto: Fotos: Honda/Divulgação)
Uma das estratégias mais comuns adotadas pelas montadoras é a criação de famílias de motos em uma mesma filosofia de uso, com modelos de vários tamanhos e motores. Esse conceito, porém, passa longe de razões meramente sentimentais de parentesco. Na verdade, as fábricas visam a redução de custos pelo intercâmbio de peças e motores entre modelos parentes, otimizando a linha de montagem.

A família CBF da Honda obedece a esse padrão e os modelos CBF 600 N e CBF 600 S, naked e semicarenada, respectivamente, foram modernizados na linha 2008. Fazem parte da família os modelos CBF 1000, todos com motor de quatro cilindros em linha, herdados da família superesportiva CBR, e CBF 500. Com motor de dois cilindros em linha, refrigerado a água, a CBF 500 quando chegou ao mercado em 2003, entrou para o rol especulativo, como substituta da CB 500.
Modelos foram modernizados e dispõem de motor da CBR 600RR, versão 2007
Modelos foram modernizados e dispõem de motor da CBR 600RR, versão 2007

Modernizações
As novas CBF 600 adotam o motor da CBR 600RR, só que na versão 2007 e mesmo assim amansado, para atender as exigências de seu segmento de mercado. Trata-se de um quatro cilindros em linha, equipado com injeção eletrônica, refrigeração líquida, 16 válvulas, de 77,5 cv a 10.500 pm. O tanque agora tem 20 litros, um a mais, e nova relação de transmissão nas terceira, quarta e quinta marchas para melhorar aceleração. A sexta permanece inalterada. O radiador também teve alterações e está mais eficiente.

Para melhor adaptação do piloto, há três posições de regulagem no banco. O novo quadro, com arquitetura mono trave, é construído em alumínio, com mais rigidez. O quadro de instrumentos também foi modernizado e agora, além do conta-giros, velocímetro e demais informações, dispõe de indicador do nível de combustível dentro do tanque.

Vestida
O modelo S conta com semicarenagem e pára-brisa, que proporciona maior conforto aerodinâmico em viagens. Além disso, o conjunto óptico tem dois faróis assimétricos. O modelo N adota a tradicional fórmula de farol único redondo, como nas clássicas motos dos anos 70. A suspensão dianteira foi modernizada. É do tipo telescópica, com tubos de 41 mm de diâmetro (43 mm no modelo S), e 120 mm de curso, com possibilidade de regulagens.

A suspensão traseira é do tipo mono, em balança de alumínio, com 125 mm de curso e sete regulagens. O freio dianteiro tem duplo disco de 296 mm de diâmetro e o traseiro, disco simples de 240 mm. Como opcionais, sistema ABS de freios e CBS (frenagem combinada nas duas rodas). O modelo N pesa em ordem de marcha (abastecida), 214 kg. A versão vestida, S, pesa em ordem de marcha, 218 kg. As rodas são em liga leve, com aros de 17 polegadas.

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