Yamaha WR 250X - Prima rica

Nova supermoto da marca japonesa tem atributos do fora-de-estrada e do asfalto,em fusão bem elaborada de estilos, além de muita agressividade e maneabilidade

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.
postado em 31/08/2008 18:43 Téo Mascarenhas /Estado de Minas
Apresentada como protótipo, virou moto de série rapidamente - Yamaha/Divulgação Apresentada como protótipo, virou moto de série rapidamente
A Yamaha apresentou, ainda como protótipo, durante o Salão de Tóquio, em fins de 2007, o modelo WR 250X Special, no estilo supermoto, como é chamada no Brasil. Esse segmento de motocicletas, muito comum na Europa, utiliza a mesma base mecânica de uma moto do tipo fora-de-estrada, com equipamentos para rodar no asfalto. Da mistura, resulta um modelo agressivo e com grande maneabilidade, que também vai conquistando o consumidor brasileiro.

O protótipo, mostrado com pompa e circunstância, acabou virando modelo de série este ano, para o mercado americano e europeu. No Brasil, a montadora lança, também este ano, a supermoto XTZ 250X, baseada na irmã XTZ 250 Lander, mas com inspiração na sofisticada prima rica estrangeira. A mesma Yamaha que já havia transformado a XTZ 125 fora-de-estrada em XTZ 125X supermoto, ampliando o segmento, com a criação de uma nova família de motocicletas "X".

Sofisticação
Os holofotes sobre o modelo tinham razão de ser, já que a nova WR 250X preservou e absorveu boa parte de seus atributos. O conjunto mecânico foi herdado do modelo fora-de-estrada WR 250R (importado oficialmente para o Brasil), que foi desenvolvido a partir do modelo YZ 250F de competição no estilo motocross. Esta prática é muito comum entre as montadoras, que utilizam a mesma base mecânica para equipar vários modelos, reduzindo custos de desenvolvimento e produção.

O motor da nova WR 250X, do tipo quatro tempos, tem um cilindro, equipado com refrigeração líquida e injeção eletrônica, duplo comando e quatro válvulas. As duas válvulas de admissão são em titânio, com tecnologia desenvolvida nas pistas, enquanto as duas válvulas de exaustão são em aço. Essa arquitetura, junto com as dimensões do pistão, permite que o motor gire alto, desenvolvendo 30,7 cv a 10.000 rpm. Um comportamento nervoso, típico das motos esportivas, ou de competição.

Como todas as motos do segmento supermoto, as rodas têm aros de 17 polegadas. Esta medida, também usada em modelos superesportivos, deixa a moto mais arisca e com maior capacidade de alterar a direção bruscamente, ou enfrentar trechos com muitas curvas. As rodas são em liga leve, com pneus esportivos radiais sem câmara. Outra características das motos de estilo supermoto, são os freios mais poderosos, para compensar a maior agressividade e performance.

A nova WR 250X conta com um disco de 298 mm de diâmetro na dianteira, e um de 220 na traseira. Ambos com desenho wave. A suspensão dianteira também é esportiva, com tubos invertidos (upside down), e 270 mm de curso e o painel, com tela digital, completo. A suspensão traseira é do tipo mono, em balança de alumínio, com 265 mm de curso. O quadro tem traves laterais em alumínio. O tanque comporta 7,6 litros, o câmbio tem seis marchas e o peso a seco é de 128 kg. No visual, um dos destaques é o suporte de placa, que fica dependurado (como nas superesportivas da marca), e escape alto e lanterna com luzes tipo leds.

Veículos

Encontre seu veículo

Ultimas Notícias

ver todas

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
Queremos sua ajuda para deixar a experiência no VRUM ainda melhor! Participe Participe