Suzuki GSX 650F - A fila andou

Com motor refrigerado a água e injeção eletrônica, novo modelo chega para substituir a veterana GSX 750F. Tem visual de superesportiva, mas pode ser usada no dia-a-dia e lazer

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postado em 05/11/2008 16:34 Téo Mascarenhas /Estado de Minas
GSX 650F tem carenagem integral, com farol assimétrico - Teo Mascarenhas/Esp. D. A Press - 22/10/08 GSX 650F tem carenagem integral, com farol assimétrico
Quando a Suzuki apresentou mundialmente, em fins de 2007, já como modelo 2008, a GSX 650F, decretou que a motocicleta vendida no mercado brasileiro, a GSX 750F, estava condenada a sair de linha por 'caduquice'. Apelidada de Mônica, em função dos dois faróis, que lembram os olhos arregalados da personagem das histórias em quadrinhos, usava motor de quatro cilindros em linha, com alimentação por carburador e refrigeração a ar, adaptado das antigas superesportivas GSX-R.

A previsão acabou demorando bem mais que o imaginado e só veio se confirmar durante o Salão da Motocicletas, realizado em São Paulo, em outubro, quando a J. Toledo, representante da Suzuki no Brasil, finalmente mostrou a sucessora (a exemplo de outras praças), GSX 650F, já como modelo 2009, equipada com o mais moderno e menos poluente motor de quatro cilindros em linha, refrigerado a água e alimentado por injeção eletrônica, herdado do modelo Bandit 650, também comercializado no Brasil.

Logística
O uso de um mesmo motor para modelos distintos (GSX 650F e Bandit 650) facilita a logística de assistência técnica, reduzindo custos. E, mesmo com uma diminuição de 100cm³ em relação à robusta e veterana antecessora, GSX 750F, a substituta GSX 650F praticamente manteve a mesma potência, em função da modernidade do novo motor. Enquanto a antiga desenvolvia 86 cv a 10.500 rpm, a nova fornece 85cv a 10.500 rpm, garantindo um comportamento adequado para uma moto tipo Sport Touring.

A nova Suzuki GSX 650F será comercializada a partir deste mês, por preço sugerido de R$ 34.594. O motor de quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e exatos 656 cm³ é mais compacto e permite uma redução nas dimensões do modelo. A carenagem integral faz questão de lembrar a linha GSX-R, de superesportivas da marca, embora com alguma defasagem de atualização. A frente é bicuda e o farol tem formato assimétrico e fica em posição vertical, com tomadas de ar laterais.

Versátil
A nova motocicleta pretende disputar segmento em expansão no mercado nacional, que tem consumidores que usam a moto durante a semana como meio de transporte e nos fins de semana, ou nas férias, como lazer em viagens. Para tanto, a posição de pilotagem não é do tipo racing ou radical, com uma ergonomia mais em pé e relaxada. O guidão é mais alto, fixado em coxins de borracha, para minimizar vibrações. O banco fica a 770 mm do chão e é mais largo e confortável.

Por outro lado, tem cacoetes esportivos, como as rodas em liga leve em aros de 17 polegadas, painel completo, com tela digital e conta-giros analógico, além da luzinha (shift light) que indica a hora de trocar cada uma das seis marchas. O quadro é do tipo perimetral, com tubos de aço. A suspensão dianteira é convencional, Kayaba, com tubos de 41 mm e 130 mm de curso. A suspensão traseira é mono, regulável, com 128 mm de curso. O freio dianteiro tem dois discos de 310 mm, com pinças Tokico. O tanque tem capacidade para 19 litros e o peso a seco é de 219 kg.

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