Yamaha XTZ 2009 - Família unida

Marca japonesa lança novos modelos da linha XTZ, incluindo Lander e supermoto X, que chegam com motor menos poluente, novos grafismos e cores e outros aperfeiçoamentos

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postado em 18/02/2009 16:35 Téo Mascarenhas /Estado de Minas
Aros da XTZ 250 X são de alumínio, com 17 polegadas de diâmetro - Fotos: Sérgio Chvaicer/Yamaha/Divulgação Aros da XTZ 250 X são de alumínio, com 17 polegadas de diâmetro
Desenvolvida para o mercado brasileiro, com a bênção e colaboração da matriz japonesa, a Yamaha XTZ 250 Lander é uma moto de utilização mista (cidade/campo), que gerou um filhote do tipo supermoto, a XTZ 250 X (desenvolvida para o asfalto), compondo uma família. As respectivas versões 2009 chegam com alguns aprimoramentos técnicos, novos grafismos e cores, além de menores índices de emissão de poluentes, para atender o programa de controle de poluição (Promot fase 3), em vigor desde de janeiro de 2009.

Comum aos dois modelos, além de equipar a Street 250 Fazer, o motor de um cilindro é do tipo quatro tempos e tem 249cm³, duas válvulas, injeção eletrônica de combustível e refrigeração a ar e óleo. Em sua versão 2009, o propulsor finalmente ganhou a sonda lambda no escapamento, que monitora a emissão de gases, enviando a informação para a central eletrônica, que corrige e ajusta a mistura antes da queima. A linha agora está equipada com um novo e mais eficiente catalisador, para diminuir os índices de emissões, o que acabou reduzindo ligeiramente a potência e o torque.

Coração
A versão anterior produzia 21cv de potência a 7.500rpm e 2,1kgfm de torque a 6.500rpm. Agora, os valores baixaram para 20,7cv (a 8.000rpm) e 2,09kgfm (a 6.500 rpm), respectivamente. Na prática, a diferença dificilmente será notada. As outras características mecânicas foram mantidas, exceto pela nova corrente de transmissão final, que é mais reforçada e resistente. No modelo XTZ 250 X, as marchas (cinco) são um pouco mais longas, para proporcionar mais velocidade, com adoção de uma coroa menor, de 44 dentes.

Comum aos dois modelos, motor tem sonda lambda e novo catalisador - Comum aos dois modelos, motor tem sonda lambda e novo catalisador
Outra diferença está nas rodas. Enquanto na Lander os aros são de ferro, mais pesados e vulneráveis, na XTZ 250 X, são mais modernos e resistentes (de alumínio), pintados de preto fosco (assim como o bloco do motor e outras partes) e com 17 polegadas de diâmetro, o que possibilita maior agilidade, principal característica dos modelos do tipo supermoto. Com isso, o banco ficou ligeiramente mais baixo e está a 870mm do chão, contra 875mm da Lander. O tanque de combustível, comum para os dois modelos, tem capacidade para 11 litros, mas a tampa da X é do tipo esportivo, assim como o para-lamas dianteiro em forma de lança.

Cores
No modelo XTZ 250 X (supermoto), o para-lamas traseiro abriga lanterna com leds, acompanhada de suporte de placa suspenso, lembrando o da superesportiva R-6. Na Lander, não houve alteração. As duas agora têm suporte de piscas flexíveis. O modelo XTZ 250 X ganhou também a nova cor laranja cheguei, além da tradicional preta. Além da atualização de grafismo, o modelo Lander ganhou nova coloração vermelho forte e vivo, em substituição ao vermelho desbotado da versão anterior, conservando as opções de cores azul e preta.

A suspensão dianteira é comum aos dois modelos e tem sistema telescópico tradicional, com 240mm de curso. A traseira é do tipo mono, com 220mm de curso. O freio dianteiro tem disco de 245mm de diâmetro e o traseiro, de 203mm. O peso em ordem de marcha (abastecida) é de 242kg para a Lander, e de 243kg, para a XTZ 250 X. O painel não foi alterado. O conjunto é digital e completo (com relógio de horas, tacômetro com barras, marcador de combustível e hodômetros total e parcial), mas muito pequeno e de visualização difícil. A Lander tem preço sugerido de R$ 12.331 e a XTZ 250 X, de R$ 13.266

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