Aprilia Shiver 750 2010 - Sete galo renovada

Aperfeiçoado com freios mais eficazes, ergonomia melhorada e visual mais agressivo, o modelo na versão 2010 também tem controle de gestão do motor e mantém a imponência

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postado em 23/07/2010 18:19 Téo Mascarenhas /Estado de Minas
Fotos: Aprilia/Divulgação
O número 750 no mercado motociclístico já representou uma espécie de nirvana para o consumidor, quando no fim da década de 1960 surgiu o conceito das grandes motos, com apelo esportivo, materializada pela Honda CB 750 Four, equipada com motor de quatro cilindros em linha, eleita posteriormente a moto do século. O modelo revolucionou o mercado, abrindo espaço para o desenvolvimento de superesportivas cada vez maiores e de alto desempenho. Atualmente, as 750 são consideradas motos de média cilindrada, como a versátil Aprilia Shiver 750, versão 2010, e que agora chega ao mercado mundial aperfeiçoada técnica e visualmente.


Os modelos de 750 cm³ são carinhosamente chamados de “sete galo” pelo motociclista brasileiro, em razão da combinação de números na tabela informal de correspondentes animais. A Shiver também pode incorporar uma outra leitura, já que seu nome tem um significado de responsabilidade que representa algo como tremor ou calafrio. Uma ousadia da marca italiana, que apresentou o modelo em 2007, com um dos mais potentes motores de dois cilindros em V da categoria no mercado, com 95 cv, e uma proposta de utilização ampla, que inclui o dia a dia na cidade e o fim de semana na estrada. A versão 2010 passa pela sua primeira modernização.


Foram feitos ajustes, que deixam o modelo ainda mais agressivo, esportivo e ergonômico. A moldura do farol, com minicarenagem, ganhou desenho que ajuda na aerodinâmica em velocidades mais elevadas e compõe o visual. A decoração e o grafismo têm novos formatos. O banco ficou cinco centímetros mais estreito e levemente mais baixo. A posição das pedaleiras também foi alterada, assim como o guidão, que foi reposicionado à frente. O pacote de alterações mudou a ergonomia de pilotagem, que deixa o piloto mais relaxado e confortável. O pneu traseiro tem nova medida, passando para 180/55, junto com a nova roda.

Outra alteração está nos freios. Os dois discos dianteiros, de 320mm de diâmetro, são no formato wave. As pinças são radiais, com quatro pistãos. O freio traseiro, de 240mm de diâmetro, também é wave. A Aprilia Shiver 750 também tem a versão com freios ABS, equipada com linha hidráulica revestida, tipo aeroquip, utilizada em aviões, que não dilatam e aumentam a precisão da frenagem. Outra versão é o modelo GT, que pode ser equipado com bolsas laterais, semi carenagem integrada ao tanque de combustível, protetor inferior da saída do escape e para-brisa mais alto para encarar as estradas e longas distâncias com conforto.

Motor A história da italiana Aprilia, que hoje pertence ao grupo Piaggio, sempre foi ligada às competições. O conhecimento adquirido nas pistas, assim como as soluções e desenvolvimentos técnicos, é incorporado aos modelos de linha. O motor de 749,9 cm³, por exemplo, com dois cilindros em V, inclinados a 90 graus, equipado com injeção eletrônica, refrigeração líquida, duplo comando e oito válvulas, herdou características da superesportiva RSV-4 1000, que faz sucesso com o piloto Max Biaggi no Mundial de Superbikes. O torque é de 8,25kgfm a 7.000rpm. A potência e o torque são gerenciados por uma central eletrônica que permite ajustes.

A Shiver 750 tem motor de dois cilindros em V a 90 graus - A Shiver 750 tem motor de dois cilindros em V a 90 graus


O piloto tem à disposição três tipos de gestão do motor, selecionados no guidão: Sport, para uma pilotagem com mais adrenalina, explorando os limites da moto; a Touring, para viagens, com desempenho mais pacato e econômico, e o modo Rain, para pisos com pouca aderência, com funcionamento de motor mais progressivo e suave. O quadro tem arquitetura em treliça, mesclando tubos de aço e de alumínio. A suspensão traseira, do tipo mono (130mm), fica ancorada lateralmente para dar espaço ao motor. A suspensão dianteira é invertida, com tubos de 43mm de curso de 120mm. O painel tem instrumentos digitais e analógicos e o tanque comporta 15 litros. Já o escape tem saídas altas, com ponteiras triangulares.

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