KTM 390 Duke é uma moto pequena que satisfaz

Com motor de um cilindro que fornece 44cv e formas agressivas, esta moto da marca austríaca é compacta, divertida na pilotagem e tem desempenho de modelo maior

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postado em 23/08/2015 16:44 Téo Mascarenhas /Estado de Minas
Renato Durães/KTM/divulgação
A austríaca KTM, oficialmente no Brasil e associada à Dafra, monta em Manaus, com peças nacionais e indianas, o modelo 390 Duke, que chega aos concessionários por R$ 21.990. A pequena naked, porém, tem desempenho comparado a modelos maiores, além de um comportamento esportivo mais evidente, característico da marca, que tem como lema a frase “Ready to race” (pronta para competir). As dimensões propositalmente mais compactas permitem extrema agilidade e facilidade na condução, proporcionando uma pilotagem divertida e prazerosa.

Um dos responsáveis por essa proeza é o quadro, em tubos de aço, com arquitetura em treliça. É o mesmo que equipa a irmã menor, a Duke 200, que também já tem passaporte carimbado para o mercado nacional. A distância entre-eixos, por exemplo, é de apenas 1.367mm, quase a mesma do modelo Yamaha Fazer 150, com 1.330mm, que permite mudanças de direção com precisão e rapidez. Para tanto, também contribuem as rodas de liga leve, com aros de 17 polegadas, como nas esportivas, além de uma posição de pilotagem que deixa o corpo um pouco mais para frente.

MOTOR Outro fator decisivo nas formas reduzidas é o motor. Com apenas um cilindro, permite economia nas dimensões. Entretanto, o propulsor de 375cm³, com apenas 36kg de peso, duplo comando de válvulas e pistão forjado, fornece vigorosos 44cv a 9.500rpm e torque de 3,56kgfm a 7.250rpm. Musculatura que permite acelerações mais fortes e, principalmente, retomadas mais rápidas, que se traduzem em sorriso debaixo do capacete. Contudo, o único cilindro provoca efeitos colaterais. O nível de vibração é alto e incomoda em pilotagem mais demorada.

Renato Durães/KTM/divulgação
Esse mesmo motor também vai equipar outro lançamento da marca ainda este ano. A irmã esportiva e carenada RC 390, esquentando o segmento na faixa entre 300cm³ e 400cm³. A Duke 390 também conta com suspensões que acompanham o pacote agressivo. Na dianteira, garfo invertido White Power, com 150mm de curso e tubos de 43mm de diâmetro. Na traseira, único amortecedor, também White Power, ligado diretamente na balança, igualmente com 150mm de curso, em uma regulagem que permite encarar curvas com confiança, sem perder o conforto em baixas velocidades.

VISUAL As formas são mais vincadas e menos arredondadas, com destaque para o farol quase vertical e conjunto traseiro curto, estreito e leve, com lâmpadas de LED. O painel segue a receita em um único e grande bloco digital, que acaba misturando as informações, dificultando a leitura. Entretanto, conta com a luzinha “shift light”, que acende na hora correta de trocar as marchas, na faixa de giros em que o motor apresenta maior desempenho, facilitando a pilotagem. Ajuda também o guidão mais largo e o banco em dois níveis a apenas 800mm do chão.

Renato Durães/KTM/divulgação
E se o motor empurra muito, os freios garantem a parada. Na dianteira, um disco de 300mm com pinça ByBre, subsidiária Brembo, de quatro pistãos e fixação radial que transmite confiança e precisão. Na traseira, um disco de 230mm, que cumpre tabela. O conjunto conta com o sistema ABS que pode ser desligado para uma condução radical, estilo supermoto. O tanque de combustível comporta 11 litros e o peso a seco do modelo é de apenas 139kg, o que determina uma boa relação peso x potência para sua categoria, de 3,16kg para cada cv.
*Viajou a convite da KTM

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