Comemorando 25 anos, Honda CBR 1000RR Fireblade está de volta ao Brasil

Festejando bodas de prata, superesportiva foi totalmente reformada, ganhando 11cv de potência e muita eletrônica. Depois de um regime rigoroso, modelo perdeu 15kg em relação ao anterior

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postado em 22/02/2018 17:05
Honda/Divulgação

A superesportiva Honda CBR 1000RR Fireblade (Lâmina de Fogo), lançada em 1992, completou bodas de prata e também está retornando ao Brasil, importada oficialmente do Japão. São duas versões: a de entrada ABS, que chega por R$ 69.990; e a CBR 1000RR Fireblade SP, por R$ 79.990, com requintes de acabamento e grafismo, tanque de combustível e escape em titânio, sistema quickshifter (que permite trocar marchas sem o uso da embreagem), suspensão Ohlins semiativa com seis níveis de ajuste e freios Brembo.

Quando foi lançado, no final de 1992, o modelo tinha motor de quatro cilindros em linha com 900cm³ de cilindrada e um comportamento extremamente arisco. Um quarto de século depois, a Fireblade continua com a mesma arquitetura de motor, agora com1.000cm³, mas com um pacotaço eletrônico que insistia em não adotar. Além de ter perdido 15kg em relação à versão anterior, o modelo ganhou 11cv de potência, resultando em um modelo bem mais enxuto e com uma relação peso/potência bastante favorável.
Com menos peso e mais potência, a pilotagem ficou mais fácil - Honda/Divulgação Com menos peso e mais potência, a pilotagem ficou mais fácil

PESO A meta de perder peso foi executada nos mínimos detalhes: a redução do comprimento dos parafusos, tubulações e braçadeiras; nas rodas em liga leve, os raios passaram de seis para cinco; o quadro com dupla trave e subquadro em alumínio ganharam chapas com menor espessura, mas sem comprometer a rigidez, economizando 1,1kg; a tampa do motor agora é em magnésio; o radiador está menor e até a espessura das carenagens foi minimizada. O resultado é uma “mil” com jeitão de moto menor e 196kg de massa.

O visual ganhou formas mais agressivas - Honda/Divulgação O visual ganhou formas mais agressivas

Pela primeira vez um modelo com motor de quatro cilindros da marca tem acelerador eletrônico, desenvolvido com base no modelo RC213V do Mundial de Motovelocidade, e desenvolve 192cv a 13.000rpm e um torque de 11,8kgfm a 11.000rpm. A eletrônica também está à disposição do piloto através dos modos de pilotagem, divididos em Street (rua), Winding (curvas) e Track (pista), para mais adrenalina, liberando potência com menor interferência do controle de tração e ABS. Existem ainda dois modos totalmente personalizáveis ao gosto do piloto.

O painel em tela digital pode ser configurado conforme o modo de pilotagem - Honda/Divulgação O painel em tela digital pode ser configurado conforme o modo de pilotagem

ANDANDO Nos modos pessoais de pilotagem é possível ajustar em cinco níveis a entrega de potência do motor, em até nove níveis a seleção de torque e em três níveis para o freio-motor. A regulagem pode ser gravada para futuras utilizações. Tudo gerenciado pela unidade de medição inercial, que processa parâmetros como inclinação longitudinal e lateral, aceleração, velocidade, rotações, marcha engatada e pressão das frenagens. Tudo mostrado no painel em tela digital colorida de alta definição, com uma configuração para cada modo escolhido.

O encaixe ortopédico do piloto é típico das superesportivas, pronto para o ataque. O motor responde com mais fôlego em giros mais altos, exigindo trabalho no câmbio. Porém, as reduzidas dimensões e peso permitem uma tocada agressiva sem tanto contorcionismo. As suspensões Showa (invertida na dianteira e mono na traseira) são ajustáveis e proporcionam inclinações mais abusadas. Os freios, com pinças Tokico, geram segurança sem comprometer os batimentos cardíacos. Tudo em um visual renovado, agressivo e esbelto.

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