O mundo do samba e do carnaval tem um linguajar quase que particular. Curiosamente, o automotivo parece estar ligado ao mesmo linguajar, que se repete em vários quesitos. Por isso, contamos alguns desses termos em comum.
TRIO ELÉTRICO
BREQUE
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Pôneis Malditos retornam em ritmo de carnavalSamba nas rodas: Os automóveis estão na passarelaÉ o que dá o ritmo ao desfile, marcando os passos de todos. Nos veículos, também está ligada a energia, mas de um jeito bem diferente. É tão indispensável quanto a percussão nas escolas de samba e serve para suprir toda a demanda de energia nos veículos convencionais, seja para acionar o motor ou para luzes e itens elétricos. Os elétricos e híbridos então, bem, esses não vivem sem baterias.
Quem não conhece a famosa Estação Primeira de Mangueira, ou a verde e rosa, como é conhecida pelos íntimos e amantes do samba? Criada em 1928, a Mangueira é presença tão certa na Sapucaí quanto são as mangueiras em um automóvel, que servem em vários sistemas, como os freios, arrefecimento etc.
Os carnavais de rua se tornaram atrações tão disputadas quanto as passarelas do samba.
É na batida do tambor que todo mundo dança. O tambor está em todo lugar no samba, é só ver o surdo e o bumbo, tocados com as mãos ou baquetas. Da mesma forma, o tambor está na maioria dos carros vendidos no Brasil, onde os freios a disco ainda são mais comuns na dianteira. Só que esses nem fazem tanto barulho, tanto que a Rolls-Royce evitou durante algum tempo recorrer ao chiado dos antigos discos de freio e manteve os tambores.
BUZINA
A fanfarra é sinônimo de barulho, inevitável. Para incrementar a atmosfera sonora, sempre tem os foliões armados de cornetas e buzinas daquelas a gás. Não servem para alertar como antigamente, apenas para dar o tom da animação.
MARCHA
Lembra aquelas músicas das quais todos sabem de cor? As marchinhas se enquadram nessa categoria, repetidas à exaustão ano após ano e tocando as agremiações. Da mesma forma, as marchas são as formas mais comuns de tocar um carro. Os elétricos não costumam ser grandes fãs de marchas, já que seus motores têm torque instantâneo, a transmissão não conta com várias relações. Mas a inglesa Morgan, aquela mesma dos carros que são produzidos há mais de 50 anos do mesmo jeito e com a mesma cara, promete para Genebra um conceito elétrico, o Plus E, que investirá nas marchinhas para dar um envolvimento mais esportivo com a condução. .