Publicidade

Estado de Minas DA PESADA

Volare W Fly 2013 - Muito além do ônibus Suplementar


postado em 01/03/2013 19:19 / atualizado em 01/03/2013 19:48

(foto: Fotos: Bruno Freitas/EM/D.A PRESS)
(foto: Fotos: Bruno Freitas/EM/D.A PRESS)
De São Paulo – O primeiro Volare, lançado em 1997, inovou ao popularizar o conceito de mini-ônibus no Brasil. Urbanóide por concepção – a configuração urbana respondia por 80% das vendas até 2005 – o modelo, líder de vendas para o Transporte Suplementar de Belo Horizonte, ganhou conforto e sofisticação com a chegada da segunda geração, identificada pelo sufixo W Fly, no início de 2011. Só faltava completar a família, fato consumado na linha 2013. Acompanhado dos modelos W6 e W7 (substitutos do V6 e do V8), e do inédito WL para 36 passageiros, o menor dos ônibus nacionais agora não deve em nada aos grandalhões rodoviários da Geração 7, também produzida pelo grupo Marcopolo S.A. em Caxias do Sul (RS).

Se no início das vendas, janelas de correr, ar-condicionado de teto e sanitário traseiro eram palavras proibitivas ao projeto Zingaro, que deu origem ao Volare, hoje a marca que produz os mini-ônibus pode se gabar de oferecer estes e outros itens como bancos de couro e cafeteira na versão Limousine, a topo de linha entre 19 opções. O preço do Volare WL completo nessa configuração, contudo, esbarra no que é pedido por um micro-ônibus ou micrão: R$ 280 mil, antes os R$ 150 mil do Volare W6 Urbano básico para 15 passageiros.

Todos os modelos da linha 2013 trazem novo volante e entradas de ar no painel. No desenho da carroceria, as únicas novidades estão na traseira do WL: a lanterna em formato bumerangue inspirada no Citroën C4 Pallas ganhou extensão no para-choque e o suporte da placa vem acompanhado de aplique cromado. Por dentro, o Volarão, como o modelo é apelidado, traz porta-pacotes e bagageiro maiores, bagageiro na parte inferior e salão de passageiros em dois níveis de altura. A parede de separação da cabine do motorista com porta de correr é uma das soluções herdadas do Marcopolo Geração 7.

Mais largo
Nos Volare W6 e W7, a maior mudança é o acréscimo da largura interna, agora com 2,26 m – enquanto os modelos W9, DW9 e WL apresentam espaço de 2,36 m. Diferenciado do W9 (com motor MWM) até então pelo tamanho, o DW9 (equipado com motor Mercedes-Benz) teve o chassi da marca alemã readequado no padrão Volare, ganhou o mesmo painel e capacidade do W9, com quatro lugares a mais. Outros dois modelos, o A5 (produzido sob encomenda) e o Escolarbus V8L, continuam vestidos com a carroceria antiga, assim como Volares especiais – ambulância, auto-escola, 4x4, dentro outros. Nada que afete a presença desse tipo de ônibus cada vez mais comum nas ruas.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade