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Estado de Minas

Sedução no jogo de malas


postado em 19/01/2007 22:49

Porta-malas com boa capacidade de carga é o grande apelo das peruas, consideradas modelos ideais para a família: bom espaço interno e praticidade são fundamentais nesse tipo de veículo(foto: Mégane: Marlos Ney Vidal/EM - 5/1/07 / Fielder: Eduardo Rocha/RR - 4/6/04)
Porta-malas com boa capacidade de carga é o grande apelo das peruas, consideradas modelos ideais para a família: bom espaço interno e praticidade são fundamentais nesse tipo de veículo (foto: Mégane: Marlos Ney Vidal/EM - 5/1/07 / Fielder: Eduardo Rocha/RR - 4/6/04)
Espaço interno
As duas são generosas e, no habitáculo, há espaço suficiente para cinco ocupantes. A distância entre-eixos da Grand Tour é maior, assim como a medida de conforto, dois fatores determinantes do espaço interno. A Fielder é bem mais alta e a Grand Tour, dois centímetros mais larga. O encosto do banco traseiro da Fielder é reclinável, aumentando o bem-estar.

Grand Tour: 4
Fielder: 4

Porta-malas
O da Renault supera em 109 litros a capacidade. O da Fielder é de bom tamanho, mas na Grand Tour é só jogar as bagagens, no espaço enorme.

Grand Tour: 5
Fielder: 3

Câmbio
Outro ponto positivo da perua Mégane, que tem câmbio com recursos eletrônicos e se adapta rapidamente à maneira dirigir do motorista. O da Toyota é simples demais e não dispõe de recursos. Porém, ambos são de quatro velocidades. Se tivessem a quinta velocidade, o consumo seria melhor, assim como o aproveitamento do motor.

Grand Tour: 4
Fielder: 3

Suspensão
O da Toyota transfere mais as imperfeições do piso para dentro do habitáculo, e o conforto é apenas aceitável. Além disso, os amortecedores traseiros não têm stop hidráulico, o que provoca o efeito caída de roda. A Grand Tour tem melhor acerto e transfere muito pouco as imperfeições, além de sua estabilidade ser melhor.

Grand Tour: 4
Fielder: 2
Renault Grand Tour tem painel avançado com comandos bem localizados e porta-malas com 109 litros a mais que a concorrente. A posição de dirigir e o acabamento interno são pontos positivos da Toyota Fielder, e porta-malas, apesar de menor, atende
Renault Grand Tour tem painel avançado com comandos bem localizados e porta-malas com 109 litros a mais que a concorrente. A posição de dirigir e o acabamento interno são pontos positivos da Toyota Fielder, e porta-malas, apesar de menor, atende

Motor / Desempenho
O desempenho da Fielder é ligeiramente melhor em aceleração e o da Grand Tour, em velocidade máxima. O sistema de comando de válvulas variável melhora o desempenho do motor Toyota 1.8. Com 200cm³ a mais de cilindrada, o motor da Grand Tour proporciona bom desempenho sem ser brilhante e é áspero em rotações elevadas.

Grand Tour: 3
Fielder: 3

Estilo
Permanecem atuais apesar da idade. A Grand Tour foi lançada em 2003 e a Fielder um ano antes no mercado europeu. Mas não há como negar que a Grand Tour é mais charmosa e interessante do que a Toyota, um pouco sem graça.

Grand Tour: 4
Fielder: 3

Ergonomia
Os comandos estão bem localizados e a posição de dirigir agrada nos dois modelos. Não há nada muito fora de padrão nestas peruas.

Grand Tour: 4
Fielder: 4

Conforto
Há muitos itens de conforto e conveniência nos dois modelos, que acomodam cinco ocupantes com relativo conforto. O nível de ruídos da Fielder incomoda.

Grand Tour: 4
Fielder: 3

Consumo
A Fielder tem motor de menor cilindrada e também de menor consumo tanto na cidade quanto na estrada. As duas não têm vocação para bebedeira, nem mesmo a Grand Tour com motor 2.0. Os números obtidos com câmbio automático são satisfatórios.

Grand Tour: 3
Fielder: 4

Acabamento
É caprichado e bem-feito nas duas. Um detalhe ou outro poderia ser melhor, mas o conjunto é muito bom. Não há rebarbas de plásticos e tampouco imperfeições visíveis.

Grand Tour: 4
Fielder: 4

Segurança
O pecado da Fielder é não ter apoio de cabeça central no banco traseiro. As duas têm sistema ABS de série, freios a disco nas quatro rodas e airbags frontais. Ambas carecem de airbags laterais e de cortina, para a cabeça. A perua Renault precisou de 56,5 metros para parar totalmente à velocidade de 120 km/h e a Toyota, de 61,1 metros.

Grand Tour: 4
Fielder: 3

Total
Grand Tour: 43
Fielde: 36

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