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Estado de Minas

Chevrolet Omega 3.6 V6 - Plástica rejuvenesce

O Omega passou por uma reestilização e ficou com aspecto mais jovem e esportivo


postado em 17/10/2007 15:00

(foto: Fotos: Marlos Ney Vidal/EM - 26/9/07)
(foto: Fotos: Marlos Ney Vidal/EM - 26/9/07)
Com a reestilização, o novo Omega também ganhou ares de esportividade, abandonando a sisudez que caracteriza os carros grandes. Há até entrada de ar falsa, na lateral dianteira, e o escapamento tem duas saídas, no melhor estilo esportivo. O carro parece esportivo, apesar das dimensões, e chama a atenção por onde passa. Discrição é impossível.

Força
As relações de transmissão estão bem escalonadas e pode-se optar entre troca automática ou manual, movimentando levemente a alavanca. As mudanças são suaves e o motor enche rápido, com respostas imediatas, ao se pisar no acelerador. Há tanta força e potência que pressionar o comando esportivo no console torna-se desnecessário. O Omega anda bem vazio, carregado, com ar-condicionado ligado ou não.
Com as mudanças de estilo, o sedã ganhou lanternas maiores e mais envolventes. Alavanca do freio agora está do lado certo
Com as mudanças de estilo, o sedã ganhou lanternas maiores e mais envolventes. Alavanca do freio agora está do lado certo

Traseira
O espaço interno aumentou, com 13 cm de distância entre-eixos a mais. Assim, cinco ocupantes viajam folgadamente, inclusive os ocupantes do banco traseiro. O senão é o túnel central grande, por onde passa o eixo cardã, pois a tração é traseira. A suspensão está um pouco mais firme, e as rodas de aro 17, com pneus de perfil baixo (55), transferem um pouco as imperfeições do piso para o interior, gerando desconforto. Mas nada que desabone o modelo. É que a geração anterior tinha um rodar mais macio.

Posição
É fácil encontrar a melhor posição de dirigir, com diversas regulagens elétricas no banco, e coluna de direção com ajuste de distância e altura. Volante de três raios sugere esportividade, mas o aro é um pouco fino. Os comandos dos vidros estão mal posicionados, no console central, junto à alavanca de câmbio. Falha em ergonomia. Finalmente, a alavanca do freio de estacionamento está posicionada no lugar certo, ao lado do banco do motorista e, não, do passageiro, como nas gerações anteriores. É que, na Austrália, a direção fica no lado direito e o custo para alterar não deve ser baixo. Enfim, prevaleceu o bom senso. A visibilidade traseira é limitada, um mal dos sedãs.

Segurança
O porta-malas também ficou maior e pode ser aberto por dentro (o comando fica no porta-luvas). O acabamento é esmerado, com revestimento em couro de boa qualidade. A segurança é excelente, com airbags frontal, lateral e para a cabeça, que se estende deste a coluna dianteira (A) à traseira (C). O sistema ABS de freios é muito eficiente e, para manter a trajetória, há controles de estabilidade e de tração.

Conforto
O sistema de entretenimento inclui tela de DVD central, para os ocupantes do banco traseiro, e dois fones de ouvido. O som é sofisticado, com leitura de MP3. Há display multifunção também para visualização das imagens de DVD, só permitidas com o veículo parado. E dispõe de Bluetooth integrado, para uso de telefone.

Leia mais e assista ao teste do Omega no Veja Também, no canto superior direito desta página.

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