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Estado de Minas

Citroën C4 Picasso 2.0 - O carro da família

Equipado com motor 2.0 a gasolina e transmissão automática de quatro velocidades, o C4 Picasso tem mesinhas para lanche e muitos porta-objetos espalhados no interior


postado em 11/02/2009 16:50

Linhas limpas e fluidas formam conjunto bonito e harmônico tanto na dianteira quanto na traseira(foto: Fotos: Jorge Gontijo/EM/D.A. Press - 29/1/09)
Linhas limpas e fluidas formam conjunto bonito e harmônico tanto na dianteira quanto na traseira (foto: Fotos: Jorge Gontijo/EM/D.A. Press - 29/1/09)
O C4 Picasso de cinco lugares encanta pela harmonia das linhas. Tem apenas 12 cm a menos de comprimento do que o modelo de sete lugares, que fazem a diferença. Lanternas traseiras horizontais arrematam o modelo, que é largo e alto, formando um conjunto forte. Por onde o carro passa, o comentário é unânime em torno da beleza. Além disso, é muito bem equipado, como convém a um modelo com proposta familiar. São cinco bancos individuais, porta-objetos no chão, nas laterais, sobre o painel. Quando se começa a explorar o carro, encontra-se uma surpresa depois da outra. São detalhes inteligentes e extremamente práticos.



A visibilidade é excelente em todas as direções, não apenas pelo imenso para-brisa, que toma parte do teto. Os bancos dianteiros são reguláveis em altura, mas a anatomia deveria ser melhor (ver avaliação ergonômica). O quadro de instrumentos digital impressiona pela luminosidade, mas exige que o motorista desvie o olhar para realizar a leitura. Os comandos estão bem posicionados. A alavanca de marchas está na coluna de direção e é de fácil manuseio. O volante tem aro fixo e nele estão inseridas muitas funções: som, ar-condicionado, controle automático de velocidade, entre outros.

Balanço
A suspensão não tem o acerto ideal. Proporciona ótima estabilidade, mas é barulhenta quando se trafega em piso irregular. E a especialidade desta marca francesa é suspensão. A direção está bem calibrada, mas o diâmetro de giro deveria ser menor para facilitar as manobras em locais apertados. Outro ponto que incomoda é a colocação do estepe sob o porta-malas, que está sempre sujo e a troca é cansativa e nada prática (ver avaliação técnica). O porta-malas é amplo e nele estão o carrinho para compras e a lanterna.
Painel central tem porta-trecos na parte superior
Painel central tem porta-trecos na parte superior

Segurança
É destaque com airbags frontais, laterais, de cortina (em toda a extensão lateral do habitáculo) e de joelhos para o motorista, além de ABS e controle eletrônico de estabilidade. Todos de série. Além de freios a disco nos dois eixos. Há apoios de cabeça e cintos de segurança retráteis de três pontos para os cinco ocupantes.



Dirigindo
Monovolume se assemelha a pequeno ônibus e a posição de dirigir é diferente dos automóveis aos quais a maioria está acostumada. A sensação é a de estar no meio do carro e é preciso um pouco de tempo para se acostumar com a distância do veículo ou obstáculo que está à frente. A direção é leve, as trocas de marchas são suaves no modo manual e há ligeiro tranco no automático. O desempenho proporcionado pelo motor 2.0 é apenas suficiente para o peso do carro, superior a 1.500 kg, mas coerente com a proposta do veículo. Nas retomadas, percebe-se ligeiro retardo.

A relação custo/benefício é um dos atrativos desse monovolume, que está recheado de itens de série de segurança, conforto e conveniência. E se carro vende pela beleza, este Citroën é um prato cheio, além de todas as qualidades.

Veja a avaliação técnica, os equipamentos de série, os opcionais e a ficha técnica do C4 Picasso no Veja Também, no canto superior direito desta página.

Emílio Camanzi havia andado no C4 Picasso na França! Confira!

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