Nostalgia

Coluna da Vitória chega ao Rio para homenagens aos pracinhas

Comboio participa de solenidades para lembrar a ida de mais de 25 mil brasileiros à Segunda Guerra Mundial

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.
postado em 24/03/2014 12:46 / atualizado em 24/03/2014 13:37 Gustavo Werneck /Estado de Minas
Veículos com mais de 70 anos viajaram de Minas para o Rio - Adriano Ventura/Arquivo Pessoal Veículos com mais de 70 anos viajaram de Minas para o Rio

Culto ecumênico e momentos de confraternização marcaram, na manhã desse domingo, a chegada da Coluna da Vitória ao Rio de Janeiro (RJ). O comboio com 85 veículos militares de época viajou para lembrar os 70 anos do embarque da Força Expedicionária Brasileira (FEB) para a Itália e batismo de fogo nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). A solenidade foi no Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo.

VEJA AS FOTOS DA VIAGEM DE JEEP!

“É um dia emocionante para nossa história, pois homenageamos os combatentes que lutaram com bravura”, disse o presidente da Associação Brasileira de Preservadores de Viaturas Militares (ABPVM), Marcos Moretzsohn Renault Coelho, que dividiu a organização da jornada com João Barone, dirigente do Grupo Histórico FEB (GHFEB) e mais conhecido como baterista da banda Os Paralamas do Sucesso. A jornada teve apoio do Exército.

A chuva na capital fluminense não impediu que em torno de 400 pessoas fossem ao Aterro do Flamengo para ver a chegada dos veículos pertencentes a colecionadores – jipes, caminhonetes, caminhões e motocicletas – usados no maior conflito da história da humanidade. “Correu tudo bem na viagem, do início ao fim. Em São João del-Rei, na Região do Campo das Vertentes, saímos do 11º Batalhão de Infantaria Montanha (Regimento Tiradentes) ao som da Canção do Expedicionário, o hino dos pracinhas. Já em Santos Dumont, onde fizemos outra parada, os estudantes de escolas públicas nos cercaram querendo detalhes. Foi bonito demais”, contou Marcos Moretzsohn, cantarolando os versos: “Por mais terras que eu percorra/Não permita Deus que eu morra/Sem que volte para lá…”

 
Adriano Ventura/Arquivo Pessoal
Adriano Ventura/Arquivo Pessoal

Tags: rio

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação
600
Encontre seu veículo
O ano inicial não pode ser maior que o ano final.
O preço inicial não pode ser maior que o preço final.

Refinar busca

Últimas notícias

ver todas
29 de agosto de 2015
28 de agosto de 2015